O texto-base da CF nos alerta que, um lado do progresso científico trouxe muitos
avanços para a humanidade, também deu inicio a muitas situações que causam vários
problemas ao meio ambiente no planeta. As ameaças não vêm da ciência, mas da
ganância e falta de ética daqueles que usam a tecnologia para ganhar dinheiro à custa
da vida no planeta. Vivemos numa sociedade pós-moderna. Para que os detentores do
poder econômico faturem cada vez mais, vale a destruição da natureza, o efeito estufa,
o aquecimento global, a poluição das águas, a destruição da qualidade da vida humana.
A Campanha não só quer chamar a nossa atenção para esta situação, pretende
que todas as pessoas assumam atitudes e ações que combatam a destruição da vida no
planeta. Cada pessoa é convidada a rever a maneira em que com que usa a natureza – o
gasto desnecessário de água, o tratamento dado ao lixo, o uso de agrotóxicos, a poluição
do ar, o uso de plásticos descartáveis e assim por diante. Se cada pessoa ajudar, e
se tornar um gestor da natureza, um zelador e co-responsável pela criação, devagar
podemos mudar esse espiral de destruição, esse caminho mortífero.
Lembremos-nos que somos, como batizados, continuadores da missão de Jesus que ele mesmo definiu
como dar a vida e a vida em abundância. É uma atitude não somente de bom senso, mas
de fé, lutar para uma melhor qualidade de vida para todos, fazendo-nos assim parceiros
com o Deus de vida, que nos confiou a grande missão de criar um mundo de harmonia
e solidariedade, simbolizado pela história da criação. Assumamos cada vez mais essa
bela missão, a partir da Campanha da Fraternidade deste ano.
Eric Sato,Yuri Santos e Rafael Jun
Neste Blog nós alunos do 9ºano B do Marista Glória, iremos postar sobre a cultura e a vida no planeta, temas relativos à Campanha da Fraternidade 2011.Projeto desenvolvido pelas professoras Maethe e Ana Paula.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Preconceito Racial
A cada dia aparecem novos tipos de discriminação e pessoas,que de uma
maneira ou de outra acreditam na sua superioridade.Podemos observar
com tristeza que este pensamento medieval praticamente não evoluiu,já que
encontramos em nossa sociedade pessoas tão “boçais”.Um estuda feito por
pesquisadores de um site educacional,mostrou que 84% da população mundial
é preconceituosa,independente do tipo,em algum momento já descriminou
alguém.A crença de existência de raças superiores e inferiores foram e ainda
são usadas para justificar grandes tragédias que marcam a história desde a
escravidão até o holocausto.O que muitos deveriam saber é que preconceito
é considerado crime.O preconceito continua existindo,porque valores tão
nobres como o respeito e amor ao próximo cederam lugar a ganância e ao
individualismo.
Greice Garib, Juliana Fatini e Luisa David
maneira ou de outra acreditam na sua superioridade.Podemos observar
com tristeza que este pensamento medieval praticamente não evoluiu,já que
encontramos em nossa sociedade pessoas tão “boçais”.Um estuda feito por
pesquisadores de um site educacional,mostrou que 84% da população mundial
é preconceituosa,independente do tipo,em algum momento já descriminou
alguém.A crença de existência de raças superiores e inferiores foram e ainda
são usadas para justificar grandes tragédias que marcam a história desde a
escravidão até o holocausto.O que muitos deveriam saber é que preconceito
é considerado crime.O preconceito continua existindo,porque valores tão
nobres como o respeito e amor ao próximo cederam lugar a ganância e ao
individualismo.
Greice Garib, Juliana Fatini e Luisa David
Queimadas na Amazônia aumentam efeito estufa
Comparado aos países desenvolvidos do hemisfério norte, o Brasil contribui
pouco com os gases do efeito estufa, embora as queimadas na Amazônia sejam
o grande "pecado" brasileiro quando o assunto é emissão dos gases que acabam
provocando o aquecimento global. De acordo com a organização não-governamental
Iniciativa Verde, essas queimadas respondem por aproximadamente 70% das emissões
brasileiras de gases do efeito estufa.
» Temperatura na Amazônia podeaumentar até 8°C até o fim deste século
» Aquecimento global pode fazer a Amazônia virar cerrado, diz pesquisa
"O mais urgente, em questão de mudança climática, é estancar as queimadas na
Amazônia a qualquer custo. É inadmissível que o País tenha essa postura indolente em
relação a um crime ambiental dessa monta", reivindicou o diretor da Iniciativa Verde,
Osvaldo Martins.
O Brasil é ecologicamente correto na geração de energia, já que 80% da principal fonte
energética do País (a energia elétrica) é gerada a partir de hidrelétricas, segundo o
Ministério do Meio Ambiente (MMA). O Brasil também ganha pontos por possuir um
programa de substituição de combustíveis fósseis por renováveis, o Programa Nacional
do Biodiesel. No momento, o etanol (nome científico do álcool da cana-de-açúcar)
alcança 45% da matriz energética brasileira, segundo o MMA.
"O nosso principal vilão das emissões brasileiras são os desmatamentos na
Amazônia. Se não fossem os desmatamentos, o Brasil seria um país que emitiria muito
pouco, porque os desmatamentos aumentam muito essas emissões", concordou o
climatologista Carlos Nobre.
Bibliografia:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1451420-EI8278,00.html
Laura passos numero 18
pouco com os gases do efeito estufa, embora as queimadas na Amazônia sejam
o grande "pecado" brasileiro quando o assunto é emissão dos gases que acabam
provocando o aquecimento global. De acordo com a organização não-governamental
Iniciativa Verde, essas queimadas respondem por aproximadamente 70% das emissões
brasileiras de gases do efeito estufa.
» Temperatura na Amazônia podeaumentar até 8°C até o fim deste século
» Aquecimento global pode fazer a Amazônia virar cerrado, diz pesquisa
"O mais urgente, em questão de mudança climática, é estancar as queimadas na
Amazônia a qualquer custo. É inadmissível que o País tenha essa postura indolente em
relação a um crime ambiental dessa monta", reivindicou o diretor da Iniciativa Verde,
Osvaldo Martins.
O Brasil é ecologicamente correto na geração de energia, já que 80% da principal fonte
energética do País (a energia elétrica) é gerada a partir de hidrelétricas, segundo o
Ministério do Meio Ambiente (MMA). O Brasil também ganha pontos por possuir um
programa de substituição de combustíveis fósseis por renováveis, o Programa Nacional
do Biodiesel. No momento, o etanol (nome científico do álcool da cana-de-açúcar)
alcança 45% da matriz energética brasileira, segundo o MMA.
"O nosso principal vilão das emissões brasileiras são os desmatamentos na
Amazônia. Se não fossem os desmatamentos, o Brasil seria um país que emitiria muito
pouco, porque os desmatamentos aumentam muito essas emissões", concordou o
climatologista Carlos Nobre.
Bibliografia:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1451420-EI8278,00.html
Laura passos numero 18
Ecologia
Ecologia, ou seja, a preservação da nossa casa comum, o Planeta Terra, para
que todos os povos possam aproveitar os seus benefícios, e ter uma vida digna
de filhos e filhas. Diante da destruição do meio ambiente, com resultados
desastrosos especialmente para as regiões mais pobres.
A campanha da "Fraternidade e a Vida no Planeta", tem como objetivo
contribuir para a conscientização das comunidades e de pessoas de boa
vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas,
e motivá-las de participar em debates e ações que visam enfrentar o problema
e preservar as condições de vida no planeta a Igreja Católica dá início a
Campanha da Fraternidade 2011 e convida a comunidade a refletir sobre a
relação das atividades humanas com o aquecimento global e as mudanças
climáticas.
Bibliografias:
http://webnucleoverbita.cesjf.br/node/14409
http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=356997
alunas: Laura Passos , 18 e Flavia Iamagute , 09
que todos os povos possam aproveitar os seus benefícios, e ter uma vida digna
de filhos e filhas. Diante da destruição do meio ambiente, com resultados
desastrosos especialmente para as regiões mais pobres.
A campanha da "Fraternidade e a Vida no Planeta", tem como objetivo
contribuir para a conscientização das comunidades e de pessoas de boa
vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas,
e motivá-las de participar em debates e ações que visam enfrentar o problema
e preservar as condições de vida no planeta a Igreja Católica dá início a
Campanha da Fraternidade 2011 e convida a comunidade a refletir sobre a
relação das atividades humanas com o aquecimento global e as mudanças
climáticas.
Bibliografias:
http://webnucleoverbita.cesjf.br/node/14409
http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=356997
alunas: Laura Passos , 18 e Flavia Iamagute , 09
A Cultura do Planeta Terra fica mais pobre. Desaparece
Boa Sr, última falante de uma língua tribal de mais de 65 mil anos, morreu de causas
naturais aos 85 anos. Boa era a última nativa das Ilhas Andamão a falar fluentemente
Aka-Bo, uma das 10 línguas grandes andamanesas. As tradições – e o idoma – dos Bo
eram exemplos vivos de uma das mais antigas culturas encontradas na Terra. Com a
morte do Aka-Bo, nove dessas línguas já estão extintas e restam apenas 52 grandes
andamaneses. Boa era a mais velha. Agora, apenas o idioma Aka-Jeru tem falantes, e
pelo menos metade sabe na verdade uma variação crioula da língua. Boa Sr sobreviveu ao tsunami de dezembro de 2004. Ela disse aos linguistas que
a acompanharam nos últimos anos: “Nós todos estávamos lá quando o terremoto
veio. O mais velho nos disse ‘a Terra partirá, não corra ou se mova’. Os mais velhos
nos disseram, era assim que sabíamos.” Boa também sobreviveu à colonização do
arquipélago, que trouxe doenças e matou a maior parte dos cerca de 5 mil habitantes
originais da região.
Anvita Abbi, um linguista que conheceu Boa, afirmou que a mulher estava solitária
nos últimos anos por não poder falar com mais ninguém em sua própria língua. Abbi
se comunicava com Boa em uma mistura de hindi e grande andamanês, que já é uma
mistura das 10 línguas da região. Boa não teve filhos e seu marido morreu há muitos
anos. O último rei da tribo Bo morreu em 2005.
Há outros três grupos indígenas que habitam as ilhas menores do arquipélago. A tribo
Jarawa, que ainda ter cerca de 300 indivíduos, e a tribo Onge, com pouco mais de 100,
falam suas próprias línguas e também tiveram contato com os colonizadores, embora os
membros do Jarawa ainda vivam como seminômades nas florestas do arquipélago.
A terceira tribo, dos sentineleses, rejeita qualquer contato com as civilizações modernas.
Acredita-se que os habitantes das Ilhas Andamão tenham chegado na região há algo
entre 70 mil e 65 mil anos atrás. Esses indivíduos eram parte dos primeiros grupos de
humanos que começaram a deixar a África.
Fonte: http://www.direitoshumanos.etc.br/index.php
Amanda Passos Peixoto
naturais aos 85 anos. Boa era a última nativa das Ilhas Andamão a falar fluentemente
Aka-Bo, uma das 10 línguas grandes andamanesas. As tradições – e o idoma – dos Bo
eram exemplos vivos de uma das mais antigas culturas encontradas na Terra. Com a
morte do Aka-Bo, nove dessas línguas já estão extintas e restam apenas 52 grandes
andamaneses. Boa era a mais velha. Agora, apenas o idioma Aka-Jeru tem falantes, e
pelo menos metade sabe na verdade uma variação crioula da língua. Boa Sr sobreviveu ao tsunami de dezembro de 2004. Ela disse aos linguistas que
a acompanharam nos últimos anos: “Nós todos estávamos lá quando o terremoto
veio. O mais velho nos disse ‘a Terra partirá, não corra ou se mova’. Os mais velhos
nos disseram, era assim que sabíamos.” Boa também sobreviveu à colonização do
arquipélago, que trouxe doenças e matou a maior parte dos cerca de 5 mil habitantes
originais da região.
Anvita Abbi, um linguista que conheceu Boa, afirmou que a mulher estava solitária
nos últimos anos por não poder falar com mais ninguém em sua própria língua. Abbi
se comunicava com Boa em uma mistura de hindi e grande andamanês, que já é uma
mistura das 10 línguas da região. Boa não teve filhos e seu marido morreu há muitos
anos. O último rei da tribo Bo morreu em 2005.
Há outros três grupos indígenas que habitam as ilhas menores do arquipélago. A tribo
Jarawa, que ainda ter cerca de 300 indivíduos, e a tribo Onge, com pouco mais de 100,
falam suas próprias línguas e também tiveram contato com os colonizadores, embora os
membros do Jarawa ainda vivam como seminômades nas florestas do arquipélago.
A terceira tribo, dos sentineleses, rejeita qualquer contato com as civilizações modernas.
Acredita-se que os habitantes das Ilhas Andamão tenham chegado na região há algo
entre 70 mil e 65 mil anos atrás. Esses indivíduos eram parte dos primeiros grupos de
humanos que começaram a deixar a África.
Fonte: http://www.direitoshumanos.etc.br/index.php
Amanda Passos Peixoto
O ataque das forças norte-americanas que resultou na morte de Osama Bin Laden
O autor das mensagens no Twitter foi Sohaib Athar, um consultor de Tecnologias de
Informação residente na localidade de Abbottabad, que sem saber descreveu o ataque
praticamente em directo.Segundo a BBC, as primeiras mensagens de Sohaib Athar relatavam a presença de um helicóptero, não pertencente às forças paquistanesas, a sobrevoar a localidade.
Na mensagem seguinte o consultor refere uma enorme explosão e afirma: espero que não seja
o início de algo mau.As micro mensagens continuam e descrevem o que se passou a partir daí, com o ataque a ser relatado à distância, sem que Sohaib Athar soubesse que o alvo do ataque era o líder da Al-
Qaeda.O consultor já admitiu que apenas soube o que tinha relatado quando viu o anúncio oficial de
Barack Obama.Depois de inúmeras entrevistas a Medias internacionais, a última mensagem de Sohaib Athar foi publicada há cerca de três horas: Bin Laden morreu. Não fui eu que o matei. Agora deixem-me
dormir.
Amanda Passos e Flávia Iamagute
Fonte: http://planetacultural.blogs.sapo.pt/
Informação residente na localidade de Abbottabad, que sem saber descreveu o ataque
praticamente em directo.Segundo a BBC, as primeiras mensagens de Sohaib Athar relatavam a presença de um helicóptero, não pertencente às forças paquistanesas, a sobrevoar a localidade.
Na mensagem seguinte o consultor refere uma enorme explosão e afirma: espero que não seja
o início de algo mau.As micro mensagens continuam e descrevem o que se passou a partir daí, com o ataque a ser relatado à distância, sem que Sohaib Athar soubesse que o alvo do ataque era o líder da Al-
Qaeda.O consultor já admitiu que apenas soube o que tinha relatado quando viu o anúncio oficial de
Barack Obama.Depois de inúmeras entrevistas a Medias internacionais, a última mensagem de Sohaib Athar foi publicada há cerca de três horas: Bin Laden morreu. Não fui eu que o matei. Agora deixem-me
dormir.
Amanda Passos e Flávia Iamagute
Fonte: http://planetacultural.blogs.sapo.pt/
Rock In Rio
Rock In Rio - Por um Mundo Melhor
Há 10 anos, de forma pioneira, o Rock in Rio lançou o projeto Por Um Mundo Melhor
e assumiu a responsabilidade de também ser um veículo de comunicação para causas
socioambientais.
O Rock in Rio é o maior festival de música e entretenimento do mundo. Sempre
zelando pela qualidade das atrações, o conforto do público e uma infraestrura
impecável, é um evento feito para todas as tribos que movimenta a indústria
fonográfica, o turismo e a economia.
Em suas nove edições, sendo três no Brasil (1985, 1991 e 2001), quatro em Portugal
(2004, 2006, 2008 e 2010) e duas na Espanha (2008 e 2010), o Rock in Rio reuniu mais
de 5 milhões de pessoas, que aplaudiram ao vivo 656 bandas. Foram mais de 780 horas
de música com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores em 80 países.
Com o mote Por um Mundo Melhor, o Rock in Rio sempre buscou o pioneirismo em
seu modelo de negócios, visando uma atuação sustentável e socialmente responsável.
Essa atitude vai desde a compensação das emissões de carbono até a escolha de
parceiros com atuação socioambiental. O festival procura, além disso, o apoio
direto a diversos projetos de sustentabilidade - ao longo dos últimos 10 anos, foram
4.803.357,00 de euros destinados a ações de educação e conscientização ambiental.
Porém, mais importante que essa atuação direta, é a mensagem que o festival busca
espalhar: a ideia da união de todos através da música - estamos juntos e nossas
pequenas atitudes no dia a dia têm grande impacto sobre o futuro do planeta.
INVESTIMENTO
Ao longo de nove edições, milhares de pessoas – no Brasil, em Portugal, na Espanha
e em diversos outros países – foram beneficiadas com o investimento proveniente da
venda de ingressos e das ações promovidas por parceiros do festival. Ao todo, foram
mais de 5 milhões de euros destinados a ações de educação e conscientização
ambiental.
DESTAQUES
Ao longo desse tempo, uma escola foi erguida na Tanzânia; um centro de saúde foi
construído no Maranhão; 3.200 jovens do Rio de Janeiro foram formados no ensino
fundamental, e 760 painéis solares foram instalados em escolas públicas portuguesas.
Portugal recebeu, ainda, 14 salas sensoriais em ONGs que atendem crianças com
deficiências mentais e visuais. A atuação incluiu também participações em diversos
projetos de melhoria das condições ambientais de indústrias.
RESPONSABILIDADE
Desde 2006 o Rock in Rio se compromete também em compensar 100% das emissões
de CO2 do evento – nessa contabilização, auditada pela Deloitte, entram as emissões
da deslocação das bandas, público e de mercadorias, além do consumo de energia e da
produção de resíduos. E, ainda dentro desse plano de redução do impacto ambiental,
mais de 40 mil árvores já foram plantadas em áreas de queimada.
Mas o alcance do projeto vai além. Como reduzir é mais importante que compensar,
em 2008 o Rock in Rio teve a iniciativa de elaborar um manual de boas práticas
para patrocinadores e fornecedores, que vem sendo aperfeiçoado a cada edição e é
utilizado até hoje em todos os países onde o evento é realizado. São 18 medidas que
regem todas as atividades associadas ao evento, tais como consumo de energia; resíduos
e materiais; e transporte de passageiros e cargas.
http://www.rockinrio.com.br/por-um-mundo-melhor-o-projeto-social-do-rock-in-rio/
Julia Maria n° 16 e Nathália P. Araujo n° 25
Rock In Rio - Por um Mundo Melhor
Há 10 anos, de forma pioneira, o Rock in Rio lançou o projeto Por Um Mundo Melhor
e assumiu a responsabilidade de também ser um veículo de comunicação para causas
socioambientais.
O Rock in Rio é o maior festival de música e entretenimento do mundo. Sempre
zelando pela qualidade das atrações, o conforto do público e uma infraestrura
impecável, é um evento feito para todas as tribos que movimenta a indústria
fonográfica, o turismo e a economia.
Em suas nove edições, sendo três no Brasil (1985, 1991 e 2001), quatro em Portugal
(2004, 2006, 2008 e 2010) e duas na Espanha (2008 e 2010), o Rock in Rio reuniu mais
de 5 milhões de pessoas, que aplaudiram ao vivo 656 bandas. Foram mais de 780 horas
de música com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores em 80 países.
Com o mote Por um Mundo Melhor, o Rock in Rio sempre buscou o pioneirismo em
seu modelo de negócios, visando uma atuação sustentável e socialmente responsável.
Essa atitude vai desde a compensação das emissões de carbono até a escolha de
parceiros com atuação socioambiental. O festival procura, além disso, o apoio
direto a diversos projetos de sustentabilidade - ao longo dos últimos 10 anos, foram
4.803.357,00 de euros destinados a ações de educação e conscientização ambiental.
Porém, mais importante que essa atuação direta, é a mensagem que o festival busca
espalhar: a ideia da união de todos através da música - estamos juntos e nossas
pequenas atitudes no dia a dia têm grande impacto sobre o futuro do planeta.
INVESTIMENTO
Ao longo de nove edições, milhares de pessoas – no Brasil, em Portugal, na Espanha
e em diversos outros países – foram beneficiadas com o investimento proveniente da
venda de ingressos e das ações promovidas por parceiros do festival. Ao todo, foram
mais de 5 milhões de euros destinados a ações de educação e conscientização
ambiental.
DESTAQUES
Ao longo desse tempo, uma escola foi erguida na Tanzânia; um centro de saúde foi
construído no Maranhão; 3.200 jovens do Rio de Janeiro foram formados no ensino
fundamental, e 760 painéis solares foram instalados em escolas públicas portuguesas.
Portugal recebeu, ainda, 14 salas sensoriais em ONGs que atendem crianças com
deficiências mentais e visuais. A atuação incluiu também participações em diversos
projetos de melhoria das condições ambientais de indústrias.
RESPONSABILIDADE
Desde 2006 o Rock in Rio se compromete também em compensar 100% das emissões
de CO2 do evento – nessa contabilização, auditada pela Deloitte, entram as emissões
da deslocação das bandas, público e de mercadorias, além do consumo de energia e da
produção de resíduos. E, ainda dentro desse plano de redução do impacto ambiental,
mais de 40 mil árvores já foram plantadas em áreas de queimada.
Mas o alcance do projeto vai além. Como reduzir é mais importante que compensar,
em 2008 o Rock in Rio teve a iniciativa de elaborar um manual de boas práticas
para patrocinadores e fornecedores, que vem sendo aperfeiçoado a cada edição e é
utilizado até hoje em todos os países onde o evento é realizado. São 18 medidas que
regem todas as atividades associadas ao evento, tais como consumo de energia; resíduos
e materiais; e transporte de passageiros e cargas.
http://www.rockinrio.com.br/por-um-mundo-melhor-o-projeto-social-do-rock-in-rio/
Julia Maria n° 16 e Nathália P. Araujo n° 25
Assinar:
Postagens (Atom)